quinta-feira, 7 de abril de 2016

Dilma tem condições para barrar impeachment, diz consultoria

Para conter a aprovação do impeachment na Câmara dos Deputados, o governo precisa de apenas 172 votos. Mas, de acordo com análise da consultoria Pulso Público, a presidente Dilma Rousseff não precisará recorrer nem mesmo a todos os votos possíveis dos principais partidos da sua base aliada.

Segundo a consultoria, ela precisaria obter somente 89 votos (o equivalente a 61%) das bancadas do PP, PR, PSD e PRB. Juntas, as siglas possuem 144 representantes na Câmara.

“Partindo do pressuposto de que o governo também conta com os votos do PT, PCdoB, PSL, PROS e PSOL, a presidente parte de 83 votos contrários à continuidade do processo de seu impedimento”.


Em outros termos, na visão da consultoria, mesmo que não consiga nenhum voto do PMDB ou dos chamados partidos nanicos, Dilma já teria um número suficiente de apoio para barrar o impeachment.


Mesmo assim, afirma o relatório, “é razoável considerar que um grupo expressivo de parlamentares de partidos de oposição, especialmente do PMDB, votará a favor do governo”.


Soma-se a também, o fato de que cada falta e abstenção somam pontos a favor da petista.

Com isso em mente, a conclusão da consultoria é que Dilma deve sobreviver ao impeachment. “Hoje, as maiores chances são de que o governo conseguirá impedir o avanço do processo na Câmara dos Deputados”, afirma o texto.

Fonte: Exame.com

quarta-feira, 6 de abril de 2016

O futuro da educação no Pará

É unânime por todos s brasileiros em afirmar que o caminho mais seguro que existe para resolver o problema social do Brasil é a educação e isso ninguém discorda. A exemplo de outras nações que conseguiram se transformar em modelos de superação através da educação, nos leva a crê que esse é o caminho certo.

Mas quando analisamos a situação da educação no Brasil ficamos  cada vez mais chocados. O nosso país atualmente ocupa o 53º lugar em educação, entre 65 países avaliados (PISA). Está longe de ocupar melhores posições mesmo que vemos alguns programas por parte do governo federal para incentivar a educação como a a meta de alfabetizar todas as crianças até os 8 anos de idade e carregando o fardo de um baixo desempenho no IDEB. Com o índice de aprovação na média de 0 a 10, os estudantes brasileiros tiveram a pontuação de 4,6 em 2009. A meta do país é de chegar a 6 em 2022.

Ao mesmo tempo que existe a tentativa de avançar na educação com a implementação de  alguns programas por parte do governo federal vejo também retrocessos  dando um passo a frente e dois pra trás.

O estado do Pará amarga os piores  índices de educação.O Ideb, Índice de Desenvolvimento da Educação básica, mede a qualidade do aprendizado nacional a cada dois anos.Os Alunos da rede estadual de Ensino do Pará, da 8ª série ao 9º ano, foram reprovados nas três últimas avaliações do Ideb, ou seja, não conseguiram atingir as metas.

Observando esses dados o que é mais alarmante  é que o governo do Estado do Pará resolveu "solucionar" essa situação da educação nas escolas públicas estaduais. Existe uma proposta para ser implantada no segundo semestre de 2016. Essa proposta visa  a diminuição das cargas horárias de várias disciplinas, para que supostamente aumente a carga horária de matemática e português 

No entanto o governo ainda deverá consultar o Conselho Estadual de Educação para a implementação. Mas essa proposta, é de cara, um absurdo se a preocupação é melhorar a qualidade da educação do nosso estado.

Aguardamos  mudanças que venham de fato transformar  as escolas paraenses melhorando a qualidade  da educação e não tornando pior aquilo que já está ruim.

  

segunda-feira, 4 de abril de 2016

A importância do quarto poder no Brasil atual

Já vimos e ouvimos falar que a internet é uma ferramenta poderosíssima  e não se discute isso. Também já sabemos o quanto ela faz parte da nossa vida, quando falo nossa vida, digo todo o tempo que passamos junto a ela, e o quanto ela nos tornou dependente.

O fato é que estamos totalmente interligados nas redes sociais__é o que chamamos de processo de globalização__ e isso não nos torna apenas pessoas conectadas umas com as outras, é mais do que isso, torna atos corriqueiros em eventos sociais hiper badalados, permite que a informação esteja sempre a um clic e nos tornam  mais próximos mesmo com a  distância geográfica.

Essa conectividade criou no Brasil um novo fenômeno que costumam chamá-lo de o quarto poder: a interação entre as pessoas para discussão sobre a política no Brasil. Esse fenômeno se tornou tão útil em tempos de crise política que vemos as redes sociais serem utilizadas para marcar manifestações com centenas de milhares de pessoas.

A net também é palco de acalorados manifestações de apoio ou crítica ao governo. Muitos acabam usando para divulgar, antecipadamente, um vídeo ou áudio para causar uma reação dentro desse nosso cenário político que a cada semana um bomba nova   estoura.

O que vemos também é que em muitos casos quem dá a notícia exclusiva, em primeira mão, não é mais as grandes redes jornalísticas é pode ser até um cidadão comum com algo que gravou no seu celular e postou na mídia.

O quarto poder também dificultou a manipulação da informação, hoje se averigua, questiona, discute pelas redes sociais, e em alguns casos, até cai por terra mentiras ditas pela grande mídia.

Para algumas pessoas foi graças a net que muitos políticos conseguiram se eleger. O que percebemos  portanto é que a internet democratizou a informação e o povo com conhecimento é libertado das amarras da opressão__é o que esperamos.

   

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Meu momento historiadora: Diferenças genéticas entre gorilas e humanos são de apenas 1,6%

omo não posso fugir daquilo que amo fazer, que é conhecer a nossa história, encontrei um texto muito interessante sobre novas pesquisas a respeito da nossa origem humana. Acho que vale a pena ler:

Uma gorila chamada Susie está ajudando a proporcionar novos conhecimentos sobre as similaridades e diferenças genéticas entre pessoas e esses ameaçados primatas que estão entre os nossos parentes existentes mais próximos.

Cientistas nesta quinta-feira revelaram uma versão atualizada do genoma do gorila que tem como base o DNA de Susie, uma gorila de 11 anos do Zoológico e Aquário de Columbus em Ohio, nos Estados Unidos, que completa muitas lacunas presentes no primeiro mapa genético de gorila, publicado em 2012.
 
A nova pesquisa mostra que gorilas e humanos são ligeiramente mais próximos geneticamente do que antes se reconhecia, com genomas divergindo por apenas 1,6%. Somente chipanzés e bonobos têm relação mais próxima com os humanos.

O nova genoma mostra que algumas áreas de diferenças genéticas são os sistemas reprodutivo e imunológico, a percepção sensorial, a produção de queratina (uma proteína chave para a estrutura de cabelo, unhas e pele) e a regulagem de insulina, o hormônio que controla os níveis de açúcar no sangue.

"As diferenças entre as espécies podem ajudar os pesquisadores a identificar regiões do genoma humano que são associadas com melhor cognição, linguagem complexa, comportamento e doenças neurológicas" disse o pesquisador Christopher Hill, da Universidade de Washington, um dos autores do estudo publicado no periódico Science."Ter genomas de referência completos e precisos para comparações permite que os pesquisadores descubram essas diferenças", acrescentou ele.


Fonte: notícias uol

quarta-feira, 30 de março de 2016

Como fica o governo após a sáida do PMDB?

Nessa ultima terça-feira (29/03) aconteceu o que já esperávamos: o PMDB assumiu oficialmente o fim do apoio ao governo Dilma. Essa atitude não foi surpresa pra ninguém, mas e agora com a perda da maior bancada no planalto como fica a situação do governo rumo ao processo que está acelerado do Impeachment?

Analisando o quadro abaixo podemos perceber que a saída do PMDB deixará o governo ainda numa situação pior. Mas também podemos tirar uma lição   dessa história: que nesse jogo de interesses,escancaradamente particular, o que é teu amigo hoje pode tornar o teu grande inimigo amanhã, ou seja, a falsidade e a ambição pelo poder é um caminho perigoso escolhido apenas por pessoas que não conseguem ter mérito no que fazem.

Temos que nos lembrar dos nomes desses parlamentares que nos representam de uma forma tão ética e idônea(sic)

E a luta do governo só aumenta, até já sentimos o definhar agonizante   utilizando as ultimas cartas para manter-se em pé. Triste situação.





segunda-feira, 28 de março de 2016

O cotidianos dos brasileiros em plena crise política

Depois de uma semana mais curta por conta do feriado da Semana Santa, retornamos as nossa atividades cotidianas. E já me vem uma pergunta : O que acontecerá essa semana que se inicia no nosso país?

O panorama político não é um dos melhores, essa indefinição que paira sobre o país nos leva a uma calamidade ainda pior, pois o Congresso Nacional e a Câmara Federal não trabalham _se é que algum dia já trabalhou_ os projetos estão engavetados, as  grandes empresas no nosso país também não têm boas  expectativas, portanto como investir num país tão indefinido? O Brasil está literalmente estagnado.

Ainda temos que conviver com uma nova sensação : a da postura de juízes e a nossa mudança de comportamento com relação aos magistrados: Não, não pense que estou falando apenas do agora famoso juiz Sergio Moro. Quando falamos sobre a justiça no nosso país de hoje o nosso comportamento é outro. 

Alguns anos atrás me lembro que já tinha virado até jargão dizermos que a justiça é injusta para o pobres, mas agora o comportamento mudou por que não generalizamos mais a justiças, agora damos o nome ao (IN) justiceiro. Escolhemos qual promotor, juiz ou desembargador que iremos apoiar nas suas ações. E  pronto, aqueles que não apoiamos torna-se o pior carrasco, pois o que vemos são pessoas exortando a violência contra esses magistrados e os difamando.

E a vida segue com atropelos,  mas também com esperança.

Esperamos que essa semana seja de parcimônia entre nosso representantes  políticos e  nossos magistrados  para que as decisões tomadas hoje sejam assertivas não para um grupo político, mas para toda a sociedade.Que o futuro seja sempre melhor que o hoje.
  





terça-feira, 22 de março de 2016

Apelos dos índios Mundurukus para a não construção de mais uma hidrelétrica

Mais de cem Munduruku foram até o rio Tapajós, considerado sagrado pelo povo, para passar um recado para o mundo: "Barre a barragem. Mantenha o rio Tapajós vivo". Segurando faixas em diversas línguas, eles protestaram contra a construção de barragens no rio que sustenta sua cultura e modo de vida, além de uma rica biodiversidade.

Ao todo, há 43 hidrelétricas previstas para a bacia do Tapajós, sendo a maior delas a de São Luiz do Tapajós, próxima a Itaituba, no Pará. Com 7,6 quilômetros de cumprimento e mais de 53 metros de altura (o equivalente a um prédio de 18 andares), a barragem planejada terá um reservatório de 729 km² (extensão maior do que a cidade de Salvador). Se construída, São Luiz do Tapajós vai destruir 14 lagoas sazonais e perenes, mais de 7 mil hectares de pedrais (áreas com pedras nos rios importantes por abrigar diversas espécies de peixes, morcegos e aves), 320 ilhas e 17 corredeiras, alerta a ONG Greenpeace.

A usina deve inundar ainda parte dos cerca de 178 mil hectares da Terra Indígena Sawré Muybu, do povo Munduruku, que teve seu processo de demarcação paralisado por conta dos interesses do governo na área para a hidrelétrica. 
 
Para o Greenpeace "Se essa usina for construída, os impactos ambientais serão muito grandes e vão além da inundação da floresta. Os peixes que hoje vivem no rio morrerão, várias plantas não vão resistir e animais não terão o que comer. Uma coisa está ligada à outra. Quando um rio morre, muita coisa morre com ele. Se o rio Tapajós morrer, nosso povo ficará ameaçado", diz Adauto Akay Munduruku, chefe dos guerreiros do povo.

Especialistas consideram a biodiversidade da região do Tapajós excepcional até mesmo para padrões amazônicos. Cerca de 376 km² de floresta vão desaparecer sob as águas. Espécies como o boto-cor-de-rosa, a onça-pintada, o tatu-canastra, que precisam circular livremente para procriar e se alimentar, sofrerão diretamente pelo barramento do rio, diz a ONG. Sem contar as espécies que só existem na região e cuja existência ficará seriamente ameaçada.
"Ao insistir na construção de grandes hidrelétricas na Amazônia, o Estado brasileiro atropela direitos e ignora os riscos que o barramento dos principais rios da bacia amazônica pode causar ao equilíbrio ambiental de todo o bioma, ameaçando uma biodiversidade inestimável e vasta riqueza cultural dos povos indígenas da região. O reflexo disso será sentido por todos os brasileiros", afirma Danicley de Aguiar, da Campanha Amazônia do Greenpeace.

Fonte: UOL Notícias